O mangá se tornou popular no Ocidente com a divulgação da obra Lobo Solitário, de Frank Miller, mas já havia, antes, no Brasil, desenhistas nisseis como Claudio Seto, Julio Shimamoto, Paulo Fukue e Fernando Ikoma.
No artigo assinado pela pesquisadora Patrícia Maria Borges, especialista em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, você pode conhecer um pouco mais sobre a obra destes mangaká pioneiros, além de ter um panorama sobre os desenhistas contemporâneos. Leia o artigo nas páginas 8, 9 e 10.
A obra de Claudio Seto tem destaque especial na pesquisa, com análise de duas histórias de Flores Manchadas de Sangue, livro publicado no ano de falecimento do autor (2008). Seto é considerado, junto com Minami Keizi, o introdutor do mangá no Brasil. Além disto, tornou-se popular em Curitiba por ser o criador dos festivais folclóricos na região.
No aniversário de 3 anos de sua morte ele recebeu diversas homenagens: o vídeo O Samurai de Curitiba, dirigido por Rober Machado e José Padilha, a 2a. edição do livro Ayumi – Caminhos Percorridos, pela Imprensa Oficial do Paraná e também a inclusão do Seto Matsuri na Virada Cultural local.
E para reviver os heróicos tempos da editora curitibana de quadrinhos Grafipar, editora da qual Seto foi um dos cofundadores, a edição de novembro da Revista de História da Biblioteca Nacional traz um artigo de autoria de Luciano Henrique Ferreira Dias, pesqisador da Universidade Federal do Paraná, em que cita a editora.
novembro 15th, 2011 → 8:55 pm @ raphael.kruger
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