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	<title>Memai &#124; Jornal de Letras e Artes Japonesas &#187; Jornal Memai</title>
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	<description>Memai &#124; Jornal de Letras e Artes Japonesas</description>
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		<title>CONCURSO DE HAICAI DIVULGA VENCEDORES</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 04:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[concurso de hakai nenpuku sato]]></category>
		<category><![CDATA[haicai]]></category>
		<category><![CDATA[nenpuku sato]]></category>

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		<description><![CDATA[O II Concurso Nacional de Haicai Nenpuku Sato, promovido pelo JORNAL MEMAI selecionou  7 poemas dos mais de 100 concorrentes recebidos.  Os vencedores  terão seus poemas publicados no JORNAL MEMAI 03 e receberão, como prêmio de incentivo, livros da Estação Liberdade, Companhia das Letras, Annablume e Escrituras.
Nesta segunda edição, muitos trabalhos não seguiam o regulamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O II Concurso Nacional de Haicai Nenpuku Sato, promovido pelo JORNAL MEMAI selecionou  7 poemas dos mais de 100 concorrentes recebidos.  Os vencedores  terão seus poemas publicados no JORNAL MEMAI 03 e receberão, como prêmio de incentivo, livros da Estação Liberdade, Companhia das Letras, Annablume e Escrituras.</p>
<p>Nesta segunda edição, muitos trabalhos não seguiam o regulamento publicado no Site WWW.jornalmemai.com.br e foram desclassificados. A organização recomenda que o  concorrente leia  atentamente as regras publicadas no  site.</p>
<p>Alguns concorrentes não foram admitidos na seleção desta edição por atraso do Correio. Seus poemas,  postados nos dias 30 e 31 de abril , foram  recebidos 1 semana depois do envio do envelope para a seleção. Estes trabalhos estão automaticamente classificados para o concurso de agosto.<br />
Eis os poemas selecionados pela poeta Teruko Oda:</p>
<p>Manhã de sol –<br />
Na praia os caminhantes<br />
Também as libélulas.<br />
<strong>Mahelen Madureira – Santos &#8211; SP</strong></p>
<p>Freada no escuro –<br />
Entre as cruzes das encostas<br />
luz de pirilampos.<br />
<strong>Regina Alonso  – Santos &#8211; SP</strong></p>
<p>Praça do Japão<br />
Sob o olhar de um Buda<br />
pássaros namoram.<br />
<strong>Sérgio Francisco Pichorim -  São José dos Pinhais – PR</strong></p>
<p>Lembro de meu pai<br />
Debruçado na janela.<br />
Noitinha de outono.<br />
<strong>Elisson Thomaz Svereda &#8211; Irati – PR</strong></p>
<p>Silêncio na estação<br />
Sobre o trem que parte<br />
A chuva de outono.<br />
<strong>João Toloi -  Guarulhos – SP</strong></p>
<p>Roto e esfarrapado<br />
espantalho sem comando –<br />
Pássaros em festa.<br />
<strong>Alberto Murata -  SP – SP</strong></p>
<p>Cor avermelhada<br />
Entre os dentinhos de leite –<br />
Ah, café cereja!<br />
<strong>Neide Rocha Portugal &#8211; Bandeirantes – PR</strong></p>
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		<title>Versão eletrônica do Jornal Memai nº 2 está no ar</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 06:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>

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		<description><![CDATA[Esnquanto a terceira edição do Jornal Memai não sai do forno, os leitores de plantão podem aproveitar para conferir a segunda edição do jornal que vem de visual novo e muita informação. A entrevistada dessa edição foi a artista plástica Tomie Ohtake e na seção de ficção há um poema do escritor cubano José Kozer. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esnquanto a terceira edição do Jornal Memai não sai do forno, os leitores de plantão podem aproveitar para conferir a segunda edição do jornal que vem de visual novo e muita informação. A entrevistada dessa edição foi a artista plástica <strong>Tomie Ohtake</strong> e na seção de ficção há um poema do escritor cubano <strong>José Kozer</strong>. Segue abaixo o link.</p>
<p><strong><a href="http://issuu.com/jmemai/docs/memai2﻿" target="_blank">http://issuu.com/jmemai/docs/memai2﻿</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Regulamento Concurso de Haikai Nenpuku Sato</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 22:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shi (Haiku)]]></category>
		<category><![CDATA[concurso haikai]]></category>
		<category><![CDATA[nenpuku sato]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos 102 anos da Imigração Japonesa ao Brasil o jornal resgata o concurso realizado no Centenário da Imigração Japonesa.
Na edição 2010 haverá 4 concursos, com premiação em fevereiro, maio, agosto e novembro. Os melhores poemas serão publicados na página de haicai do jornal. Não haverá premiação em  dinheiro. Os vencedores receberão livros de literatura japonesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos 102 anos da Imigração Japonesa ao Brasil o jornal resgata o concurso realizado no Centenário da Imigração Japonesa.</p>
<p>Na edição 2010 haverá <strong>4 concursos</strong>, com premiação em fevereiro, maio, agosto e novembro. Os melhores poemas serão publicados na página de haicai do jornal. Não haverá premiação em  dinheiro. Os vencedores receberão livros de literatura japonesa e nipo-brasileira enviados ao JORNAL MEMAI para efeitos de divulgação.</p>
<p>Os poemas inscritos devem ser <strong>inéditos</strong>, escritos em <strong>língua portuguesa</strong> e <strong>seguir as regras do haicai japonês</strong>, como descritos no Site Caqui (<a href="http://www.kakinet.com.br/" target="_blank">www.kakinet.com</a>) e difundidos pelos grêmios de haicai em todo o Brasil: ter um kigo, seguir a métrica, não ter título, rima nem subjetividade.</p>
<p><strong>QUEM PODE PARTICIPAR: maiores de 16 anos (inclusive), sem distinção de raça, credo, classe social, participantes ou não de grêmios e/ou Encontros de Haicai. </strong></p>
<p><strong>COMO ENVIAR</strong></p>
<p>1. Enviar os trabalhos em duas vias, em uma única remessa/envelope;<br />
2. Reservar um espaço no rodapé  da primeira via, onde deve constar nome do(a) participante, RG, profissão, endereço completo com CEP, telefone/fax, e-mail.<br />
3. A segunda via deverá  vir sem nenhuma identificação, no mesmo envelope.</p>
<p><strong>PRAZO PARA O ENVIO:</strong></p>
<p>1. Para o concurso de fevereiro: 30.01.2010<br />
2. Para o concurso de maio: 01.05.2010<br />
3. Demais datas serão divulgadas no jornal e no site <a href="../" target="_blank">www.jornalmemai.com.br</a></p>
<p><strong>PARA ONDE ENVIAR:</strong></p>
<p>Os trabalhos (até 3 poemas) devem ser enviados para:<br />
JORNAL MEMAI/Concurso Nenpuku SatoRua Jaime Reis, 28 – São Francisco<br />
80.510-010 – Curitiba &#8211; PR</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Catálogo de Sandra Hiromoto</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2010/01/catalogo-sandra-hiromoto/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 19:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>
		<category><![CDATA[sandra hiromoto]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o catálogo de obras da designer e artista plástica Sandra Hiromoto, uma das colaboradoras do Jornal Memai. Na primeira edição do jornal ela ficou responsável pela entrevista com Fernanda Takai.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira o catálogo de obras da designer e artista plástica <strong><a href="http://www.arteparanaense.art.br/sandra.html" target="_blank">Sandra Hiromoto</a></strong>, uma das colaboradoras do Jornal Memai. Na primeira edição do jornal ela ficou responsável pela entrevista com <strong><a href="http://www.jornalmemai.com.br/2009/12/nunca-substime-fernanda-takai/" target="_blank">Fernanda Takai</a></strong>.</p>
<p><object style="width: 600px; height: 450px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;documentId=100114172754-59cfa860768e45c1902dba33d13eebb2&amp;documentUsername=sandrahiromoto&amp;documentName=catalogo_cotidiano_sandra&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true" /><param name="flashvars" value="mode=embed&amp;documentId=100114172754-59cfa860768e45c1902dba33d13eebb2&amp;documentUsername=sandrahiromoto&amp;documentName=catalogo_cotidiano_sandra&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="width: 600px; height: 450px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;documentId=100114172754-59cfa860768e45c1902dba33d13eebb2&amp;documentUsername=sandrahiromoto&amp;documentName=catalogo_cotidiano_sandra&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true" flashvars="mode=embed&amp;documentId=100114172754-59cfa860768e45c1902dba33d13eebb2&amp;documentUsername=sandrahiromoto&amp;documentName=catalogo_cotidiano_sandra&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Chibi Seto &#8211; Tirinha #1</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chibi Seto (Tirinhas)]]></category>
		<category><![CDATA[claudio seto]]></category>
		<category><![CDATA[guilherme match]]></category>
		<category><![CDATA[paulo leminski]]></category>

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		<description><![CDATA[A tirinha acima, publicada no Jornal Memai edição 01, é uma homenagem ao multiartista e grande difusor da Cultura Japonesa no Brasil Claudio Seto. A arte é de Guilherme Match, criador do personagem Chibi Seto. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tirinha acima, publicada no Jornal Memai edição 01, é uma homenagem ao multiartista e grande difusor da Cultura Japonesa no Brasil <strong>Claudio Seto</strong>. A arte é de <strong><a href="http://twitter.com/yohke" target="_blank">Guilherme Match</a></strong>, criador do personagem <strong>Chibi Seto</strong>. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Caqui diz: novo jornal destaca o haicai</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 14:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>
		<category><![CDATA[caqui]]></category>
		<category><![CDATA[concurso de hakai nenpuku sato]]></category>
		<category><![CDATA[haikai]]></category>
		<category><![CDATA[kakinet]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista online Caqui (www.kakinet.com), conhecida pelos amantes e prticantes de haikai no Brasil, publicou uma matéria sobre o Memai 01, falando um pouco sobre o conteúdo dessa edição, destacando o Concurso de Haikai Nenpuku Sato 2010, também divulgado pelo Caqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista online Caqui (<a href="http://www.kakinet.com" target="_blank">www.kakinet.com</a>), conhecida pelos amantes e prticantes de haikai no Brasil, publicou uma matéria sobre o Memai 01, falando um pouco sobre o conteúdo dessa edição, destacando o <a href="http://www.kakinet.com/cms/?p=474" target="_blank">Concurso de Haikai Nenpuku Sato 2010</a>, também divulgado pelo Caqui.</p>
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		<title>Cartunista Solda indica o Memai</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/12/cartunista-solda-indica-o-memai/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 23:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>
		<category><![CDATA[solda]]></category>
		<category><![CDATA[wilson bueno]]></category>

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		<description><![CDATA[Como sempre, tropecei no Memai por aí. Dessa vez foi no blog do Solda, com direito ao print da página da entrevista com Wilson Bueno. Conheça o blog (ou o trabalho do cartunista, para os que não conhecem) clicando aqui.
P.S.: Não resisti ao print do print.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre, tropecei no Memai por aí. Dessa vez foi no blog do Solda, com direito ao print da página da entrevista com Wilson Bueno. Conheça o blog (ou o trabalho do cartunista, para os que não conhecem) <a href="http://cartunistasolda.blogspot.com/2009/12/vai-la_13.html" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p>P.S.: Não resisti ao print do print.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>INTIMIDADE DENTRO DE UMA COZINHA</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/12/intimidade-dentro-de-uma-cozinha/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 22:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hosomi (Ensaio)]]></category>
		<category><![CDATA[banana yoshimoto]]></category>
		<category><![CDATA[kitchen]]></category>
		<category><![CDATA[Takaaki Yoshimoto]]></category>

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		<description><![CDATA[Kitchen apresenta a visão de um Japão moderno num relato que coloca personagens insólitos em dramas cotidianos, narrados com sobriedade e sutileza]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O artigo a seguir, originalmente publicado no Jornal Nippo-brasil, em agosto de 2008</em>,<em> é de </em><strong><em>Ignácio Dotto Neto</em></strong><em>, mestre em Teoria da Literatura da Unicamp, pesquisador e tradutor.</em></p>
<p>Em novembro de 1987, um livro com título em inglês escrito por uma garçonete de 24 anos, filha de um intelectual de esquerda vence o 6<sup>o</sup> Concurso Kaien de novos escritores no Japão.  Em janeiro de 1988, esse mesmo livro vence o 16<sup>o</sup> Concurso Izumi Kyoka. Em 1997, o cineasta Yim Ho, de Hong Kong, adapta a obra para o cinema e a uma versão para a televisão, feita pela TV japonesa. Estamos falando de <strong>Kitchen</strong>, de Banana Yoshimoto, livro que já foi traduzido em mais de 20 idiomas desde seu lançamento.</p>
<p>Banana Yoshimoto é o pseudônimo literário de Mahoko Yoshimoto, filha de Takaaki Yoshimoto &#8211; um dos mais famosos intelectuais japoneses de esquerda da geração 1960 – e irmã da cartunista Haruno Yoiko.</p>
<p>Uma leitura apressada poderia resumir <strong>Kitchen</strong> como uma combinação leve de melodrama com mensagens de otimismo.Mas Kitchen é mais que isso. A começar pelo título, em inglês ao invés da palavra japonesa, daidokoro. É como uma placa que indica uma fronteira: a partir daqui, não espere um Japão tradicional, com cozinhas onde há sempre uma chaleira esquentando sobre um fogão a lenha e os utensílios são feitos de bambu. Um dos personagens é consumista de produtos eletro-eletrônicos,  outro odeia <em>tofu, </em>quando a personagem principal pousa na casa dos amigos, eles lhe oferecem o sofá para dormir, não o tradicional futon.</p>
<p>Mikage Sakurai é uma jovem universitária que perdeu os pais quando era muito pequena e foi criada pelos avós. A narrativa começa quando Mikage perde sua avó, a última de seus familiares, e vai morar na casa de Eriko Tanabe, uma viúva dona de um clube noturno e Yuichi, seu filho adolescente. Logo Mikage descobre que Eriko é na verdade o pai de Yuichi, que resolveu mudar de sexo quando faleceu a esposa para poder educar melhor o filho.</p>
<p>Toda a história é contata pela ótica de Mikage e é aí que está o encanto do livro. O que <strong>Kitchen</strong><em> </em>tem a apresentar ao leitor não é um enredo cheio de peripécias e surpresas ou mirabolantes reflexões metafísicas, é a maneira como Mikage observa o mundo e reflete sobre ele e sobre sua própria situação, seu “estar no mundo”. O olhar de Mikage é singelo, um pouco adolescente, mas em cuja singeleza e limpidez se refletem temas quotidianos e ao mesmo tempo profundamente humanos, singelamente humanos: a convivência com a morte, a perda e a solidão. A trajetória do personagem principal é uma sucessão de perdas. O filosofar de  Mikage-chan, embora sejam esboços de respostas a questões fulcrais da existência, não é um sistema retoricamente elaborado. É um modo de olhar para o mundo de um modo singelo. Entre uma perda e outra, mesmo nas cenas de <em>pathos </em>mais intenso<em>, </em>o a personagem nunca se perde em divagações ou nos sentimentos, mesmo angustiantes, ela sempre apresenta  descrições do céu, da paisagem. O tempo da personagem é o futuro, uma vez que o presente se apresenta como uma imensa solidão. Mas é um futuro no qual  se aposta por pureza, não por convicções heróicas ou idealismo apaixonado. A cena final, onde poderíamos ver um “happy end” melodramático é apresentada como uma possibilidade, remota ou não de um futuro que leva o indivíduo ao contato com o outro.</p>
<p>Mas por trás desse olhar singelo de uma personagem adolescente se encontram referências culturais de raízes mais profundas. A instituição família é   o tempo todo questionada ou mesmo desacreditada, os personagens são todos &#8216;deserdados&#8217; e sem laços familiares. Vale lembrar aqui das observações de Takaaki Yoshimoto em “A Comunidade ilusória” (<strong>Kyozo Gensoron</strong><em>) </em>feitas nos anos 1960 sobre família e nação.</p>
<p>Uma manhã, após beber seu suco de <em>grapefruit </em>Mikage Sakurai pensa consigo mesma:</p>
<blockquote><p><em>Guardo comigo uma sensação indefinível, que as palavras poderiam dissolver. Há tanto caminho pela frente. Talvez na sucessão das noites e das manhãs que virão, até este momento se transforme num sonho</em>.</p></blockquote>
<p>É evidente a citação, do início de Sendas de Oku (Oku no Hosomichi), de Matsuo Bashô:</p>
<blockquote><p><em>Os meses e os dias são viajantes da eternidade. O ano que se vai e o que vem também são viajantes. [...] Pensei nos  três mil ri de viagem que me aguardavam e meu coração se oprimiu. Enquanto via o caminho que talvez ia nos separar para sempre nesta existência que é como um sonho [...]</em></p></blockquote>
<p>Em outro momento de reflexão, Mikage estendida no sofá, pensa nas pessoas que perdeu e em seguida observa o céu:</p>
<blockquote><p><em>As pessoas verdadeiramente importantes emitem uma luz que aquece o coração de quem vive ao lado delas. [...] Talvez a luz de Eriko fosse de pequena grandeza. [...] No céu, na direção do ocidente, começavam a juntar-se nuvens escuras, levemente alaranjadas nas bordas pelo pôr-do-sol. Logo cairia a noite lenta e fria, penetrando fundo no coração.</em></p></blockquote>
<p>A referência aqui é uma canção infantil (Yuhi, <em>Makaka ka sora no kumo / Minna no kaomo makaka</em>) e a evocação desta canção apenas ressalta o sentimento de completa solidão da personagem. Ao contrário da canção que compara as nuvens avermelhadas do anoitecer ao rosto das pessoas, aqui há apenas a solidão junto à personagem.</p>
<p>No Brasil, <strong>Kitchen</strong><em> </em>é o único livro de Banana Yoshimoto publicado. A tradução foi feita não a partir do original japonês, mas da edição italiana.  Até a metade da história, os personagens sempre bebem “taças de chá”, só na segunda parte é que começam a usar xícaras. Isso não é mais um detalhe da  peculiaridade dos personagens. É a tradução apressada de um falso amigo: “tazza” em italiano é a palavra usada para designar xícara.</p>
<p><strong>Kitchen</strong> foi o único livro de Banana Yoshimoto publicado no Brasil pela Editora Nova Fronteira, em 1988, traduzido por Julieta Leite. Em Portugal foram publicados <strong>A Última Amante de Hachiko</strong>, <strong>Adeus, Tsugumi</strong>, <strong>Arco-Iris</strong> e <strong>Lua de Mel, </strong>todos pela Cavalo de Ferro.</p>
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		<title>OS CINCO ESTILOS DO HAICAI NO PARANÁ</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/12/os-cinco-estilos-do-haicai-no-parana/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shi (Haiku)]]></category>
		<category><![CDATA[alice ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[haikai]]></category>
		<category><![CDATA[helena kolody]]></category>
		<category><![CDATA[paulo leminski]]></category>

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		<description><![CDATA[O haicai no Brasil teve duas escolas, uma vinda da Europa, introduzida por Afrânio Peixoto e outra, do Japão, trazida por Nenpuku Sato. A via francesa, seguida por  Afrânio Peixoto, ganhou muitos adeptos e o mais famoso discípulo é Guilherme de Almeida. As duas escolas geraram vários outros estilos. Neste artigo, o poeta José Marins situa o haicai no Paraná e mapeia os estilos da forma poética japonesa que se tornou expressão nacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo de José Marins, haicaísta e escritor, autor de <strong>Poezen</strong> (haicai); <strong>Quiçaça</strong> (romance inédito); <strong>O Dia do Porco</strong> (romance inédito)</em></p>
<p>O primeiro haicai feito no Brasil tem raízes japonesas. Foi realizado a bordo do Kasato-maru, navio que trouxe a primeira leva de imigrantes do Japão. Em 18 de junho de 1908, o poeta Hyokotsu (Shuhei Uetsuka, chefe dos imigrantes), escreveu:</p>
<p><em>karetaki o / miagete tsukinu / iminsen </em><em> </em></p>
<blockquote><p>A nau imigrante<br />
chegando: vê-se lá no alto<br />
a cascata seca.</p></blockquote>
<p>(Tradução Masuda Goga)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O ESTILO JAPONÊS</span></strong></p>
<p>O estilo japonês de fazer haicai chega ao Paraná com os primeiro migrantes que saíram do estado de São Paulo e se fixaram no Norte (Londrina, Assai, Urai). O haicai continuará sendo escrito em japonês nas aulas de um mestre da arte haicaística: Nenpuku Sato.</p>
<p>As características do estilo japonês são: ser vivencial (o poeta registra as sensações junto à natureza), sempre em língua japonesa, mantém na estrutura 17 sons, contém o termo de estação (kigo), não trazem rimas e uso de uma linguagem simples.</p>
<p>Alguns haicais de NENPUKU :</p>
<blockquote><p>A lua se insinua<br />
na alvura perfumada<br />
do <em>cafezal florido</em></p></blockquote>
<blockquote><p><em>Sementes</em> de algodão.<br />
Minhas mãos agora<br />
são as do vento</p></blockquote>
<blockquote><p>Mudou a moça<br />
que tira a água do poço –<br />
uma <em>borboleta</em>.</p></blockquote>
<p>Haicais de alunos de Sato:</p>
<blockquote><p>Depois dos sessenta<br />
minha voz está tranqüila.<br />
Mesma voz do <em>outono</em>.</p>
<p>Mitio Suguimoto (Londrina)</p></blockquote>
<blockquote><p>Outra <em>primavera</em><br />
Com novo anel de guizo<br />
cobra sai da toca</p>
<p>Shinshiti Minowa (Londrina)</p></blockquote>
<blockquote><p>Hoje é <em>Carnaval</em><br />
O quimono também serve<br />
como fantasia.</p>
<p>Shigeo Watanabe (Assai)</p></blockquote>
<blockquote><p>Parada de trem.<br />
com o vendedor de flores<br />
Vêm as borboletas</p>
<p>Sôshi Nakajima (Assai)</p></blockquote>
<blockquote><p>Estalos no alto,<br />
Ouço o som de pinhões caindo<br />
na tarde de sol.</p>
<p>Seizo Watanabe, (Curitiba)</p></blockquote>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O ESTILO KOLODYANO</span></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Em 1941  a poeta Helena Kolody se torna a primeira mulher a publicar haicai no Brasil, ao lançar o livro <strong>Paisagem Interior</strong>, no qual havia três haicais. Destaco um deles, famoso:</p>
<blockquote><p>Arco-íris</p>
<p>Arco-íris no céu.<br />
Está sorrindo o menino<br />
que há pouco chorou.</p>
<p>Helena Kolody (Curitiba)</p></blockquote>
<p>Características do haicai kolodyano:</p>
<p>Usa: título (elemento que não existe no estilo japonês); às vezes a métrica; noutras a rima; a personificação (antropomorfismo); e a linguagem poética (uso da metáfora).</p>
<p>A maneira marcante de Kolody realizar seus haicais teve grande influência em alguns poetas.</p>
<blockquote><p>Geada</p>
<p>Nas manhãs de frio<br />
a paisagem, tiritando,<br />
se veste de branco</p>
<p>Delores Pires (Curitiba):</p></blockquote>
<blockquote><p>Renovação</p>
<p>Pessegueiro em flor<br />
Prenúncio de primavera<br />
Reprise de amor.</p>
<p>Diva Ferreira Gomes (Curitiba):</p></blockquote>
<blockquote><p>Noite</p>
<p>No quadro-negro<br />
vou soletrando<br />
um alfabeto de estrelas</p>
<p>João Manuel Simões (Curitiba):</p></blockquote>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O ESTILO GUILHERMINO</span></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Guilherme de Almeida foi um dos poetas que mais auxiliou na divulgação do haicai no país. Porém, sua maneira de fazer haicai distanciou-se muito da origem do poema. (O que não quer dizer que isso fosse ruim. Os japoneses adoram os haicais guilherminos, um deles era o mestre Masuda Goga, amigo pessoal de Almeida).</p>
<p>Guilherme de Almeida criou um modelo para se fazer o haicai, no qual entrava a métrica perfeita e quatro rimas. Duas combinavam-se no final do primeiro verso, com o final do terceiro. E duas, internas, rimavam-se a segunda sílaba com a sétima no segundo verso.</p>
<p>GUILHERME DE ALMEIDA:</p>
<p>O “haicai”                                                                             O esquema:</p>
<p>Lava, escorre, agita                                                         – – – –  A</p>
<p>a areia. E, enfim, na bateia                                            –  B – – – –  B</p>
<p>fica uma pepita.                                                               – – – –  A</p>
<blockquote><p>Pescaria</p>
<p>Cochilo. Na linha<br />
Eu ponho a isca de um sonho.<br />
Pesco uma estrelinha.</p></blockquote>
<blockquote><p>História de algumas vidas</p>
<p>Noite. Um silvo no ar.<br />
Ninguém na estação.E o trem<br />
passa sem parar.</p></blockquote>
<p>Características do estilo guilhermino:</p>
<p>Coloca acima do terceto um título; usa métrica exata; inclui quatro rimas elaboradas; sua linguagem é a do poema (personificação, metáfora).</p>
<p>Alguns poetas que praticam o haicai Guilhermino no Paraná:</p>
<blockquote><p>Temendo o negrume<br />
da mata ao som da cascata,<br />
sigo um vaga-lume.</p>
<p>Leonilda Hilgenberg Justus (Ponta Grossa)</p></blockquote>
<blockquote><p>Fraternidade</p>
<p>Chuva de verão.<br />
Na luz, a jovem conduz<br />
o avô pela mão.</p>
<p>Shyrlei Queiroz (Curitiba)</p></blockquote>
<blockquote><p>Maresia</p>
<p>O dia fugindo<br />
No ar um cheiro de mar.<br />
A noite vem vindo.</p>
<p>Delores Pires (Curitiba)</p></blockquote>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O ESTILO HAICAI-LIVRE (Free-haiku)</span></strong></p>
<p>Paulo Leminski é quem encarna o principal líder desta forma, que nos anos 80 dominou a cena poética paranaense (curitibana, principalmente). Leminski tinha grande admiração pela cultura e literatura japonesas. Porém, quando praticava o haicai preferia um estilo livre, sempre portador de “haimi” (sabor do haicai).</p>
<p>As principais características do estilo livre:</p>
<p>Não usa métrica; pode usar rimas; busca o haimi; faz jogo de palavras; e, usa linguagem poética (metáforas, especialmente).</p>
<blockquote><p>soprando esse bambu<br />
só tiro<br />
o que lhe deu o vento</p></blockquote>
<blockquote><p>jardim da minha amiga<br />
todo mundo feliz<br />
até a formiga</p></blockquote>
<blockquote><p>lua na água<br />
alguma lua<br />
lua alguma</p>
<p>Paulo Leminski (Curitiba)</p></blockquote>
<blockquote><p>amigo grilo<br />
sua vida foi curta<br />
minha noite vai ser longa</p></blockquote>
<blockquote><p>entre a espuma do mar<br />
e a nuvem toda branca<br />
o voo da garça</p>
<p>Alice Ruiz (Curitiba)</p></blockquote>
<blockquote><p>tempo de jaboticaba<br />
nem bem começa<br />
já acaba</p>
<p>Domingos Pelegrini (Londrina)</p></blockquote>
<blockquote><p>cheguei amargo<br />
minha flauta doce<br />
nem se toca</p>
<p>Eduardo Hoffman (Curitiba)</p></blockquote>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O ESTILO CLÁSSICO (tradicional)</span></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Em 1987, Masuda Goga, juntamente com um grupo de haicaístas, funda em São  Paulo o Grêmio Haicai Ipê, com o propósito de estudar e difundir o haicai clássico (com forte ligação com o haikai originário japonês).</p>
<p>Alguns haicais de mestre Masuda Goga:</p>
<blockquote><p><em>Libélula</em> voando<br />
Pára num instante e lança<br />
a sombra no chão</p></blockquote>
<blockquote><p>Inúmeras flores<br />
nos túmulos de <em>Finados –</em><br />
Na alma só saudade.</p></blockquote>
<blockquote><p>No ar pétalas dançam<br />
Qual flocos de neve a cair<br />
<em>Pereira em flor</em>.</p></blockquote>
<p>Características do haicai clássico (haiku):</p>
<p>É vivencial (experiência do poeta junto à natureza); sem título; usa métrica 17 sílabas; contém o kigo (termo designativo de estação); sem rimas; e, usa linguagem simples.</p>
<blockquote><p>tal a brevidade<br />
daquela <em>estrela cadente</em><br />
fugiu-me o pedido</p></blockquote>
<blockquote><p><em>semente de ipê</em><br />
amadurecem nas vagens<br />
só o vento as leva</p>
<p>José Marins (Curitiba)</p></blockquote>
<blockquote><p>Um salto no abismo<br />
e o mergulho na mata.<br />
<em>Cascata</em> na serra.</p>
<p>Sérgio Francisco Pichorim (São José dos Pinhais)</p></blockquote>
<blockquote><p>Na folha de amora<br />
nutre-se o <em>bicho-da-seda</em>.<br />
A quem vestirá?</p>
<p>A. A. de ASSIS (Maringá)</p></blockquote>
<blockquote><p>Entre os bóias-frias<br />
um casal já bem grisalho<br />
colhendo <em>algodão</em>.</p>
<p>Neide Rocha Portugal (Bandeirantes)</p></blockquote>
<p>*Em itálico: kigos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yasunari Kawabata</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cristóvão tezza]]></category>
		<category><![CDATA[yasunari kawabata]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a dica de leitura de Cristóvão Tezza, escritor, autor do romance O Filho Eterno, que arrebatou os maiores  maiores prêmios literários do país (Portugal Telecom, Prêmio São Paulo, Jabuti, Jornada Literária de Passo Fundo e outros). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um teatro delicado no gestual e nas falas do texto de Yasunari Kawabata. Não fossem alguns raros sinais de modernidade -o telefone, por exemplo-, leríamos uma obra sem idade sobre figuras arquetípicas. O que sentimos de contemporâneo é justamente a indefinição, a inconclusão das cenas, a neblina que suaviza o drama e transforma a todos em figuras de sonho, sob a sombra exigente de mil anos de história. Como se frisou no discurso de recepção do Prêmio Nobel que Kawabata recebeu em 1968, quatro anos antes de se suicidar, encontra-se nele uma clara tendência de &#8220;nutrir e preservar uma tradição de estilo genuinamente nacional&#8221;. <em>(Reprodução de artigo  publicado no jornal Folha de S.Paulo, em 13/08/2006)</em></p>
<p>Obras mais famosas de Kawabata: O País das Neves, A Casa das Belas Adormecidas, Mil Tsurus, Dançarina de Izu, Contos da Palma da Mão.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Com o coração do outro lado do mundo, de Tânia Alexandre Martinelli</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[Com o coração do outro lado do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Mozart Couto]]></category>
		<category><![CDATA[Tânia Alexandre Martinelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a dica de leitura de Tereza Yamashita, designer gráfica e escritora infanto-juvenil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Com o coração do outro lado do mundo</em></strong>, de Tânia Alexandre Martinelli, com ilustrações de Mozart Couto (Editora Saraiva, 2009, 128 páginas, 4ª edição), é um ótimo livro juvenil. Nele a autora conta a história da separação da adolescente Laís e de seus pais, que resolvem ir trabalhar no Japão. Baseado em um caso real, Tânia abordou o tema com muita sensibilidade e poesia. No romance, temos a difícil fase da vida: a adolescência, agravada pela ausência dos pais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Naomi, de Junichiro Tanizaki</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/12/naomi-de-junichiro-tanizaki/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[junichiro tanizaki]]></category>
		<category><![CDATA[naomi]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a dica de leitura de Sara F. Costa, Escritora e Mestranda em Línguas e Culturas Orientais pela Universidade do Minho, Portugal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Naomi </em></strong>é uma obra com elementos típicos de <strong>Junichiro Tanizaki</strong>, nomeadamente na temática da obsessão, que tem um lugar de destaque qualitativo na generalidade da obra. Passa-se no início do século .20 , era do “desenvolvimento” e da “modernização” do Japão através da aceitação de modelos ocidentais. O livro é percorrido por um forte simbolismo nas relações entre o Ocidente e o Japão espelhadas na relação amorosa de Naomi e de Joji. É o fascínio pelo Ocidente que une o casal protagonista da história e é essa relação que faz deste livro uma obra peculiar e muito simbólica.</p>
<p><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revista Zunái</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/11/revista-zunai/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 19:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>
		<category><![CDATA[revista zunai]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava &#8220;passeando&#8221; por aí quando encontrei a seguinte nota no blog da Revista Zunái:


Memai —Jornal de Letras e Artes Japonesas, editado pela poeta Marília Kubota, foi lançado em Curitiba. Em sua primeira edição, foi publicada uma entrevista com o escritor Wilson Bueno, autor de dois livros de tankas (forma poética clássica japonesa, composta de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava &#8220;passeando&#8221; por aí quando encontrei a seguinte nota no blog da <a href="http://revistazunai.com/blog/?p=554" target="_blank">Revista Zunái</a>:</p>
<div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Memai —Jornal de Letras e Artes Japonesas</em>, editado pela poeta Marília Kubota, foi lançado em Curitiba. Em sua primeira edição, foi publicada uma entrevista com o escritor Wilson Bueno, autor de dois livros de tankas (forma poética clássica japonesa, composta de um terceto e um dístico): o <em>Pequeno Tratado de Brinquedos </em>e <em>Pincel de Kyoto</em> além de artigos sobre o ideograma, o cinema japonês e dicas de leituras. A página do jornal Memai na internet é <a href="../">www.jornalmemai.com.br</a></p>
</blockquote>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>MEMAI NO BLOG SOBRETUDO DA GAZETA ON-LINE</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/10/memai-no-blog-sobretudo-da-gazeta-on-line/</link>
		<comments>http://www.jornalmemai.com.br/2009/10/memai-no-blog-sobretudo-da-gazeta-on-line/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 21:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://animexisde.com.br/memai/?p=71</guid>
		<description><![CDATA[Luiz Claudio de Oliveira publicou uma nota sobre o Jornal Memai em seu blog no site da Gazeta do Povo, Sobretudo. Arigatô né, Ruisu Curaujio-san!


Japoneses também têm Vertigem


Vertigem. Um grupo de pessoas ligadas à cultura e à língua japonesas no Paraná está querendo provocar vertigens. Eles acabam de lançar a revista Memai, nome que, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Claudio de Oliveira publicou uma nota sobre o Jornal Memai em seu <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/sobretudo/?id=935537" target="_blank">blog no site da Gazeta do Povo, Sobretudo</a>. Arigatô né, Ruisu Curaujio-san!</p>
<div>
<blockquote>
<h3><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/sobretudo?id=935537">Japoneses também têm Vertigem</a></h3>
</blockquote>
</div>
<blockquote><p>Vertigem. Um grupo de pessoas ligadas à cultura e à língua japonesas no Paraná está querendo provocar vertigens. Eles acabam de lançar a revista Memai, nome que, em japonês quer dizer “vertigem”. A revista tem circulação dirigida e no número de estréia traz uma reportagem sobre o inesquecível e insuperável Claudio Seto, quadrinista e artista plástico, introdutor do mangá no Brasil e incentivador das artes e costumes japoneses no Brasil. A matéria é assinada pelo colega aqui da Gazeta On-line, Célio Yano.</p>
<p>A edição da revista é feita pela jornalista e poeta Marília Kubota, que faz uma entrevista com o escritor Wilson Bueno, que explica sua aproximação ao tanka, tipo de poema japonês com 31 sílabas. A revista ainda tem as colaborações de Rodrigo Wolff Apolloni, Lina Saheki e Mylle Silva.</p>
<p>Memai também pode ser acompanhada pela internet, no endereço <a href="http://www.jornalmemai.com.br/" target="_blank"><strong>www.jornalmemai.com.br</strong></a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NOTA NO BLOG &#8220;ORELHA DO LIVRO&#8221;</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/10/nota-no-blog-orelha-do-livro/</link>
		<comments>http://www.jornalmemai.com.br/2009/10/nota-no-blog-orelha-do-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>

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		<description><![CDATA[Mariana Sanchez publicou em seu blog Orelha do Livro uma nota sobre o Jornal Memai na feira do livro do SESC. Muito obrigado pela menção do Memai em seu blog Mariana!
E Nasce Memai
Do japonês, vertigem. Foi esta palavra sonora e poética a escolhida para nomear o primeiro jornal do Brasil dedicado à literatura e às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mariana Sanchez publicou em seu blog <a href="http://www.orelhadolivro.com.br/2009/10/06/e-nasce-memai/" target="_blank">Orelha do Livro</a> uma nota sobre o Jornal Memai na feira do livro do SESC. Muito obrigado pela menção do Memai em seu blog Mariana!</p>
<blockquote><p><strong>E Nasce Memai</strong></p>
<p><strong>Do japonês, <em>vertigem</em></strong>. Foi esta palavra sonora e poética a escolhida para nomear o primeiro jornal do Brasil dedicado à <strong>literatura</strong> e às <strong>artes japonesas</strong>. A publicação, uma iniciativa da escritora Marília Kubota em parceria com outras entusiastas da terra do sol nascente, terá lançamento em Curitiba esta semana, durante a <a href="http://www.sescpr.com.br/eventos/feira_de_livros/index.html" target="_blank"><strong>28a Feira de Livros do Sesc Paraná</strong></a>. O número zero traz o perfil de <strong>Claudio Seto</strong> (introdutor do mangá no país, falecido no ano passado), um artigo sobre o <strong>estúdio Ghibli</strong> (do criador de “A viagem de Chihiro”) e uma entrevista com o escritor <strong>Wilson Bueno</strong>, autor de dois livros de tanka: “Pequeno Tratado de Brinquedos” e “Pincel de Kyoto”. O tanka, para quem não conhece, é uma forma poética japonesa clássica, muito popular no Japão antes da difusão do haicai. O jornal Memai será trimestral, com distribuição gratuita, e seu conteúdo <strong>pode ser lido <a href="http://www.jornalmemai.com.br/" target="_blank">aqui</a>.</strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>JORNAL MEMAI NA FEIRA DO SESC</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/10/jornal-memai-na-feira-do-sesc/</link>
		<comments>http://www.jornalmemai.com.br/2009/10/jornal-memai-na-feira-do-sesc/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 21:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://animexisde.com.br/memai/?p=58</guid>
		<description><![CDATA[O Jornal de Letras e Artes Japonesas MEMAI terá seu segundo lançamento em Curitiba na Feira de Livros do Sesc, que acontece de 6 a 11 de outubro, no Sesc da Esquina. O jornal tem distribuição gratuita e periodicidade trimestral.
O escritor Wilson Bueno, que participa da Feira do Sesc no dia 07, num bate-papo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Jornal de Letras e Artes Japonesas MEMAI terá seu segundo lançamento em Curitiba na Feira de Livros do Sesc, que acontece de 6 a 11 de outubro, no Sesc da Esquina. O jornal tem distribuição gratuita e periodicidade trimestral.</p>
<p>O escritor Wilson Bueno, que participa da Feira do Sesc no dia 07, num bate-papo com Assionara Souza, é o entrevistado de Memai. Wilson foi selecionado para estrear o jornal por causa d dois livros de tanka: &#8220;Pequeno Tratado de Brinquedos&#8221; e &#8220;Pincel de Kyoto&#8221;. O tanka é uma forma poética japonesa clássica, cujo uso foi anterior à difusão do haicai.</p>
<p>No Perfil de Artista, Claudio Seto, falecido em novembro do ano passado, introdutor do mangá &#8211; a história em quadrinhos japonesa – no Brasil.</p>
<p>Ainda na edição zero: artigo sobre a flauta de bambu japonesa – shakuhachi; o que é “Isshin Denshin” e um artigo sobre o Estúdio Ghibli, de Hayao Myazaki, criador de “A Viagem de Chihiro” e “O Castelo Animado&#8221;.</p>
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		<title>LANÇAMENTO JORNAL MEMAI</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 21:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kioku (Notícias)]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Cultura Oriental Tomodachi lança, no próximo sábado, dia 29, às 19 horas, na I Bienal do Livro de Curitiba, na ExpoUnimed, uma aventura literária &#8211; o primeiro jornal de letras e artes japonesas do Brasil – Memai.O jornal tem distribuição gratuita e periodicidade trimestral.
Neste primeiro número, Memai traz uma entrevista com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Cultura Oriental Tomodachi lança, no próximo sábado, dia 29, às 19 horas, na I Bienal do Livro de Curitiba, na ExpoUnimed, uma aventura literária &#8211; o primeiro jornal de letras e artes japonesas do Brasil – Memai.O jornal tem distribuição gratuita e periodicidade trimestral.</p>
<p>Neste primeiro número, Memai traz uma entrevista com o escritor Wilson Bueno, mais conhecido como ficcionista, mas que tem, em sua extensa bibliografia, dois livros de tanka. O tanka é uma forma poética japonesa clássica, cujo uso foi anterior à difusão do haicai.</p>
<p>O jornal Memai também traz um perfil de artista visual Claudio Seto, falecido em novembro do ano passado. Seto foi reconhecido nacionalmente como introdutor do mangá &#8211; a história em quadrinhos japonesa – no Brasil.</p>
<p>Nesta edição, ainda, um artigo sobre a flauta shakuhachi; o significado da expressão budista “Isshin Denshin”; e matéria sobre um dos estúdios mais famosos do Japão, o Ghibli, de Hayao Myazaki.</p>
<p>Lançamentos I Bienal do Livro de Curitiba<br />
29/08 às 19 horas<br />
Memai – Jornal de Letras e Artes Japonesas<br />
Espaço de lançamentos na ExpoUnimed<br />
Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300<br />
Campo Comprido &#8211; Curitiba &#8211; PR &#8211; CEP 81280-330<br />
Tel.: (41) 3340-4300 Fax: (41) 3340-4343</p>
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