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	<title>Memai &#124; Jornal de Letras e Artes Japonesas &#187; HQ</title>
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	<description>Memai &#124; Jornal de Letras e Artes Japonesas</description>
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		<title>HQ &#124; MEMAI 08: SETO E OS MANGAKÁS DO BRASIL</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 22:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raphael.kruger</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[HQ Seto Patricia Borges]]></category>

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		<description><![CDATA[O mangá se tornou popular no Ocidente com a divulgação da obra Lobo Solitário, de Frank Miller, mas  já havia, antes, no Brasil,  desenhistas nisseis como Claudio Seto, Julio Shimamoto, Paulo Fukue e Fernando Ikoma. No artigo assinado pela pesquisadora Patrícia Maria Borges, especialista em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, você pode  conhecer um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mangá se tornou popular no Ocidente com a divulgação da obra <em>Lobo Solitário</em>, de Frank Miller, mas  já havia, antes, no Brasil,  desenhistas nisseis como Claudio Seto, Julio Shimamoto, Paulo Fukue e Fernando Ikoma.</p>
<p>No artigo assinado pela pesquisadora Patrícia Maria Borges, especialista em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, você pode  conhecer um pouco mais sobre a obra destes mangaká pioneiros, além de ter um panorama sobre os desenhistas contemporâneos. Leia o artigo nas páginas 8, 9 e 10.</p>
<p>A obra de Claudio Seto tem destaque especial na pesquisa, com análise de duas histórias de <em>Flores Manchadas de Sangue</em>, livro publicado no ano de falecimento do autor (2008).  Seto é considerado, junto com Minami Keizi, o introdutor do mangá no Brasil.  Além disto, tornou-se popular em Curitiba por ser o criador dos festivais folclóricos na região.</p>
<p>No aniversário de 3 anos de sua morte ele recebeu diversas homenagens: o vídeo<a href="http://www.osamuraidecuritiba.com.br/trailer.htm"> <em>O Samurai de Curitiba</em></a>, dirigido por Rober Machado e José Padilha, a 2a. edição do livro<em> Ayumi &#8211; Caminhos Percorridos</em>, pela Imprensa Oficial do Paraná e também a inclusão do <em>Seto Matsuri </em>na Virada Cultural local.</p>
<p>E para reviver os heróicos tempos da editora curitibana de quadrinhos Grafipar, editora da qual Seto foi um dos cofundadores, a edição de novembro da<em> Revista de História </em>da Biblioteca Nacional  traz um artigo de autoria de Luciano Henrique Ferreira Dias, pesqisador da Universidade Federal do Paraná,  em que cita a editora.</p>
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		<title>HQ &#124; CHIBI SETO</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 07:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Chibi Seto]]></category>
		<category><![CDATA[mangá]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicamos exclusivamente neste site a tirinha homenageando  Claudio Seto, referência em mangá no Brasil. A arte é de Guilherme Match, criador do personagem Chibi Seto. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/uploads/2011/10/08chibiseto1.jpg"><img class="size-medium wp-image-854 aligncenter" title="08chibiseto" src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/uploads/2011/10/08chibiseto1-300x104.jpg" alt="" width="300" height="104" /></a></p>
<p>Publicamos exclusivamente neste site a tirinha homenageando  <strong>Claudio Seto</strong>, referência em mangá no Brasil. A arte é de <strong><a href="http://twitter.com/yohke" target="_blank">Guilherme Match</a></strong>, criador do personagem <strong>Chibi Seto</strong>. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F10%2Fchibi-seto%2F&amp;title=HQ%20%7C%20CHIBI%20SETO" id="wpa2a_4"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>HQ 4 &#124; CURIOSIDADES</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 19:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O apelido de Tezuka, no primário, era Gadja-boy. Gadja-gadja era uma onomatopeia usada para definir seu cabelo duro e desarrumado. Depois que Tezuka o lavava, seu cabelo ficava em pé, isso o inspirou para a cabeleira do Astro Boy. Quando Tezuka era pequeno, nem sabia falar direito, queria dizer ópera (kagueki) para suas vizinhas, mas acabava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O apelido de Tezuka, no primário, era Gadja-boy. <em>Gadja-gadja</em> era uma onomatopeia usada para definir seu cabelo duro e desarrumado. Depois que Tezuka o lavava, seu cabelo ficava em pé, isso o inspirou para a cabeleira do Astro Boy.</p>
<p>Quando Tezuka era pequeno, nem sabia falar direito, queria dizer ópera (<em>kagueki</em>) para suas vizinhas, mas acabava dizendo texugo (<em>tanuki</em>).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F07%2Fhq-4-curiosidades%2F&amp;title=HQ%204%20%7C%20CURIOSIDADES" id="wpa2a_6"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>HQ 3 &#124; A VIDA DE TEZUKA</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 19:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 03 de novembro de 1928, nasceu Osamu Tezuka, na cidade de Toyonaka, em Osaka. Ainda criança, seus pais, Fumiko e Yukata Tezuka, mudaram-se para a província de Hyogo, Takarazuka. Foi nessa cidade que o artista passou a se identificar: Takarazuka, cidade de termas e música, no meio das brancas nuvens que flutuam em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 03 de novembro de 1928, nasceu Osamu Tezuka, na cidade de Toyonaka, em Osaka. Ainda criança, seus pais, Fumiko e Yukata Tezuka, mudaram-se para a província de Hyogo, Takarazuka. Foi nessa cidade que o artista passou a se identificar: T<em>akarazuka, cidade de termas e música, no meio das brancas nuvens que flutuam em Rokkou. Você será a minha morada</em> (Shounen Club, 1995).</p>
<p>A vizinhança de Tezuka era toda formada por cantoras de ópera, ou seja, ele estava cercado de artistas, além disso, sua mãe praticava e ensinava o pequeno Tezuka a tocar piano. Seria de se esperar que ele acabasse se tornando um artista, mesmo que fosse um artista do desenho.</p>
<p>O desenho sempre esteve com ele. Desde pequeno carregava um caderno para desenhar os acontecimentos do dia-a-dia. Eram nas óperas, nas missas. Assim que acordava e não encontrava o caderno ao seu lado, Tezuka ficava nervoso. Quando suas folhas em branco acabavam, ele reclamava para a mãe, que apagava os desenhos das folhas e o entregava como se fossem novas.</p>
<p>Na escola, suas redações eram criativas, talvez por influência da forma como sua mãe contava histórias para ele dormir: através de gestos e expressões. Mais tarde, Tezuka viria a publicar um livro intitulado <em>Oka-san no mukashi</em>(Era Uma vez da Mamãe).</p>
<p>Em 1945, iniciou o curso de medicina na Universidade de Osaka. Foi com A<em>kai hon</em> (livro vermelho), história de Sakai Sichima, <em>Shin Takarajima</em> (Nova Ilha do Tesouro) que acabou sendo reconhecido. Em 1946, começou a escrever a<em>Yonkoma</em> (tiras/ histórias de quatro quadros) e O Diário de Ma-chan no Shokokumin Shimbun (Jornal das crianças da escola de Mainichi), quando começou a fazer sucesso.</p>
<p>Passou a residir em Tokyo. Lá ele teria mais chances de publicação, mas no início não foi fácil. Através de um amigo, lançou <em>Kimba</em> (Kimba, o leão branco), tendo como parâmetro as animações da Walt Disney.</p>
<p>Em 1953, Tezuka apresentou o primeiro mangá para meninas, na revista Shoujo Club, a história <em>Ribon no Kishi</em> (A princesa e o Cavaleiro). E foi em uma visita escolar a um planetário que surgiu <em>Tetsuwam Atomu</em> (Astro Boy). Ele ficou tão fascinado que chegou a construir planetários caseiros, que apresentava para os colegas e a família. Na 2ª. Guerra Mundial, ele ingressou em uma escola militar, onde era proibida a expressão artística. Mesmo assim Tezuka passava noites desenhando. Às vezes, saía com colegas e começava a fazer caricaturas. Por venturas da guerra, começou a ter ideias do que seria depois <em>Metrópole</em>. Partes do cenário do mangá surgiram por causa de imagens que havia visto de Nova Iorque. Seu encanto pelos insetos o levaria a <em>Zéfiros.</em></p>
<p>Osamu Tezuka Production surgiu em 1961, conhecida depois como Mushi Production. Fez a primeira série de animação da televisão japonesa,<em>Tetsuwan Atomu</em>. Passou a divulgar as histórias em quadrinhos japonesas em todo o mundo, causando grande explosão de fãs desde a década de 70 até os dias atuais.</p>
<p>Tezuka teve câncer no estômago e faleceu no dia 9 de fevereiro de 1989, deixando seu legado de paz transcendente nas suas obras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F07%2Fhq-3-a-vida-de-tezuka%2F&amp;title=HQ%203%20%7C%20A%20VIDA%20DE%20TEZUKA" id="wpa2a_8"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>HQ &#124; OSAMU TEZUKA, PAI DO MANGÁ MODERNO</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 19:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criador de personagens antológicos como Astdoboy, A Princesa e o Cavaleiro e o leão Kimba, Tezuka firmou um estilo de mangá seguido até hoje. Por Simonia Fukue Nakagawa Impossível falar de mangá sem mencionar o Pai do mangá moderno, Osamu Tezuka. Ele começou a introduzir os efeitos cinematográficos nas histórias, criando sequências mais fluidas. Foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Criador de personagens antológicos como Astdoboy, A Princesa e o Cavaleiro e o leão Kimba, Tezuka firmou um estilo de mangá seguido até hoje.</em></p>
<p><strong>Por Simonia Fukue Nakagawa</strong></p>
<p>Impossível falar de <em>mangá</em> sem mencionar o <em>Pai</em> do <em>mangá</em> moderno, Osamu Tezuka. Ele começou a introduzir os efeitos cinematográficos nas histórias, criando sequências mais fluidas. Foi muito influenciado pelos desenhos animados de Walt Disney e filmes alemães e franceses. Os olhos grandes, comuns nos traços do <em>mangá</em>, foram criados por Tezuka, inspirados nas atrizes do teatro <em>Takarazuka, </em>típico da cidade onde morava.<em> </em>A especialista em mangá, Sonia Luyten, comenta que ele <em>ficava fascinado com os olhos muito maquiados das atrizes, bastante aumentados, que, com a luz dos refletores, davam a impressão de conter uma estrela brilhante em seu interior</em>.</p>
<p>Para Tezuka, era importante construir histórias sensíveis para atingir crianças de todo o mundo. Criticava a explosão da produção japonesa de <em>mangá</em> em relação à exposição de violência e erotismo, que diminuíam a qualidade dos desenhos.</p>
<p>Um grande animador brasileiro, Maurício de Souza (criador da Turma da Mônica), conheceu Tezuka. Já doente por causa de um câncer, Tezuka se encontrou pela terceira vez com Maurício de Souza e comentou sobre sua dedicação à animação e os problemas que tivera com sua empresa, aconselhando-o a não repetir os mesmos erros. Em um depoimento, Maurício descreveu a preocupação de Tezuka sobre o futuro do <em>mangá</em>: “<em>Mostrava-se triste com a onda de histórias em quadrinhos e desenhos animados cheios de violência, que varriam o mundo a partir do Japão. E sentia-se meio responsável por isso. Afinal, suas produções e estúdios foram verdadeiras escolas para milhares de desenhistas e animadores japoneses. (&#8230;) Seu acompanhante, diretor da Tezuka Produtions, conduziu-o de volta para o hospital de onde ele tinha fugido só para nossa conversa.”</em></p>
<p>Tezuka pretendia fazer uma co-produção com Maurício de Souza, em que seus personagens se uniriam à <em>Turma da Mônica</em>. Mas isso não foi possível. A doença o deixou muito fraco e ele acabou falecendo em 1989.</p>
<p><strong>Simonia Fukue Nakagawa</strong><em> é artista visual e trabalha com ilustração, gravura, fotografia artística e leciona mangá no Centro Cultural Tomodachi, além de pesquisar HQ e cultura japonesa.</em></p>
<p><strong>Referência Bibliográfica:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>LUYTEN, Sônia Bibe. Mangá: o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2001;</em></p>
<p><em>SHOUNEN Club, 1995. In. “Uma biografia mangá; Osamu Tezuka”. São Paulo: Conrad, 2003;</em></p>
<p><em>SOUZA, Maurício de. “<a href="http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/cron018.htm">Tezuka-san, meu irmão temporão”</a>.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F07%2Fhq-osamu-tezuka-pai-do-manga-moderno%2F&amp;title=HQ%20%7C%20OSAMU%20TEZUKA%2C%20PAI%20DO%20MANG%C3%81%20MODERNO" id="wpa2a_10"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>HQ 2 &#124; Algumas obras</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 19:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tetsuwan Atomu &#8211; Na versão brasileira: Astroboy. É um menino robô construído por um cientista para substituir seu filho morto em um acidente de carro. Vendo que o andróide não cresceria para se tornar um adulto, entrega-o a um circo onde a atração principal é uma luta de robôs. Através de uma manifestação o pequeno Astroboy é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tetsuwan Atomu</em> &#8211; Na versão brasileira: <em>Astroboy</em>. É um menino robô construído por um cientista para substituir seu filho morto em um acidente de carro. Vendo que o andróide não cresceria para se tornar um adulto, entrega-o a um circo onde a atração principal é uma luta de robôs. Através de uma manifestação o pequeno <em>Astroboy</em> é libertado e adotado pelo <em>Dr. Elefun</em>, que acaba presenteando o menino com uma família robô.</p>
<p>R<em>ibon no Kishi</em> &#8211; Na versão brasileira: <em>A princesa e o cavaleiro.</em> <em>Safiri</em> é uma princesa que ao nascer recebe dois corações por erro de um <em>anjinho</em>: um de menina e outro de menino. Para salvar seu reino, <em>Safiri</em> se veste, age e luta como um homem, mas,  escondendo-se, liberta toda sua feminilidade. Vilões e muita feitiçaria cruzam seu caminho. Um grande amor se revela. Nessa obra, Tezuka remete-se a muitos contos de fada, dando um toque de humor, beleza e encanto.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Phoenix</em> &#8211; É a obra que desencadeou um grande desafio intelectual ao mestre Tezuka. <em>Phoenix</em> é um animal mitológico de grandes leituras na simbologia. Uma ave imortal, uma vez que renasce de suas próprias cinzas. Talvez seja por isso que os diversos personagens aparecem em diferentes reencarnações. No período em que a obra estava sendo produzida, o Japão estava se reerguendo da segunda guerra, então pode-se dizer que <em>Phoenix</em> é o próprio Japão. Tezuka Osamu continuou até sua morte com <em>Phoenix</em>, que dizia ser o<em>trabalho de sua vida</em>.</p>
<p>Ele foi o único desenhista a receber em vida um título de <em>Manga no Kamisama</em>, “<em>Deus dos Quadrinhos</em>”.</p>
<p><strong>Outras obras</strong></p>
<p>Ma-chan no Nikkichou (O Diário de Ma-chan), 1946;</p>
<p>Shin Takarajima (Nova Ilha do Tesouro), 1947;</p>
<p>Jungle Taitei (Kimba, o Leão Branco) 1950-54;</p>
<p>Black Jack, 1973-83;</p>
<p>Buddha (Buda), 1974-84;</p>
<p>Adolf ni Tsugu (Os três Adolfs), 1983-85;</p>
<p>Magma Taishi, 1966-1967.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>HQ &#124; CHIBI SETO</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 19:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[HQ Chibi Seto]]></category>

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		<description><![CDATA[A tirinha acima, publicada no Jornal Memai edição 05, é uma homenagem a Claudio Seto, referêmcia em mangá no Brasil. A arte é de Guilherme Match, criador do personagem Chibi Seto. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela. Texto de Sandra Hiromoto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tirinha acima, publicada no Jornal Memai edição 05, é uma homenagem a <strong>Claudio Seto, </strong>referêmcia em mangá no Brasil. A arte é de <strong><a href="http://twitter.com/yohke" target="_blank">Guilherme Match</a></strong>, criador do personagem <strong>Chibi Seto</strong>. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela. Texto de Sandra Hiromoto.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F02%2Fchibi-seto-tirinha-3%2F&amp;title=HQ%20%7C%20CHIBI%20SETO" id="wpa2a_14"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>HQ &#124; Chibi Seto</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tirinha acima, publicada no Jornal Memai edição 01, é uma homenagem ao multiartista e grande difusor da Cultura Japonesa no Brasil Claudio Seto. A arte é de Guilherme Match, criador do personagem Chibi Seto. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tirinha acima, publicada no Jornal Memai edição 01, é uma homenagem ao multiartista e grande difusor da Cultura Japonesa no Brasil <strong>Claudio Seto</strong>. A arte é de <strong><a href="http://twitter.com/yohke" target="_blank">Guilherme Match</a></strong>, criador do personagem <strong>Chibi Seto</strong>. Para visualizar a imagem por completo basta clicar nela.</p>
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		<title>HQ &#124; O Samurai de Curitiba</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Célio Yano</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQ]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre mito e verdade transitava o personagem Claudio Seto, como os grandes fabulistas, um criador de sua própria história, prestes a se tornar uma lenda na terra do leite quente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só de ouvir seu nome, alguns dirão que foi um grande artista. Os que conhecem minimamente seu trabalho, entretanto, discordarão: “Claudio Seto não foi um grande artista”, dirão. “Foi vários”. E se há críticas controversas a respeito de seu trabalho como escritor, poeta, jornalista, fotógrafo ou artista plástico, nada disso invalida a afirmação. Seu talento como quadrinista e a importância que teve no âmbito da nona arte fazem seu legado equivaler ao de muitos.</p>
<p>De um início de carreira sem grandes pretensões, em poucos anos tornou-se reconhecido como o pioneiro do gênero mangá no Brasil e foi capaz de desafiar a égide do regime militar como um dos expoentes dos quadrinhos eróticos, além de se antecipar a tendências mundiais na área. O homem Seto nasceu em 1944, na cidade de Guaiçara, interior de São Paulo. O artista, por sua vez, roubou a cena 23 anos depois, com o lançamento do primeiro gibi, “O Samurai”, pela editora Edrel.</p>
<p>Em um cenário dominado pela febre de publicações como Mandrake, Super-Homem e Tio Patinhas, seu quadrinho de lançamento destoava nas bancas nos idos de 1967. Nas histórias de Seto não havia moral ou heróis, mas sangue e violência promovida por um código de honra totalmente à parte da realidade brasileira. Não é preciso dizer que foi sucesso imediato.</p>
<p>Outra criação do artista, também de 1967, no entanto, é que se tornou best seller da editora: a Maria Erótica – personagem que deliciava os adolescentes da época e que entrou para a história dos quadrinhos adultos brasileiros. Nada mau para Seto, que anos antes o máximo que conseguia era publicar seus desenhos em uma revista de anúncios publicitários das lojas Arapuã da cidade paulista de Lins.</p>
<p>A influência, nunca escondeu, tomou dos mangakás Mizuno Hideko e Shirato Sanpei, seguidores do “deus do mangá” Osamu Tezuka (1928-1989). Chegou inclusive a conhecer Tezuka, durante os cinco anos em que viveu em Kyushu, no Japão, embora tenha começado a desenhar profissionalmente apenas após voltar ao Brasil. Em 1967, depois de pintar portas de caminhões acabou conseguindo uma oportunidade na Edrel.</p>
<p>Trabalhou até encerramento das atividades da editora, que ocorreu em 1973. Dois anos mais tarde, em julho de 1975, viajou para Curitiba para passar uns dias. Passaria pela capital paranaense apenas para buscar uma espada pertencente a seu tio-avô cujo paradeiro fora desconhecido ao longo de 30 anos e que – descobrira posteriormente – houvera ficado guardada por um senhor no Paraná. Quando entregou a espada, o portador teria instruído para que não sacasse o objeto, pois caso não o utilizasse para matar alguém, algo inesperado poderia acontecer. Na manhã seguinte, após levantar a arma, deparou-se, pela janela do hotel, com uma Curitiba coberta de neve. O visitante talvez nem soubesse, mas era a primeira vez que nevava na cidade em 47 anos. A alegria dos moradores com o fenômeno encantou Seto, que decidiu que era ali que viveria a partir de então.</p>
<p>Ninguém se atreve a contestá-lo, mas poucos sabem o que há de verdade e de ficção neste e em outros de seus relatos. Chegou a anunciar, certa vez, que, de fato, não era um. Disse que tinha um irmão gêmeo, univitelino. Seriam idênticos, de tal forma que pouquíssimos saberiam diferenciá-los, o que permitiria a um ocupar o lugar do outro sem que qualquer pessoa se desse conta. De prosa em prosa, foi capaz de transcender o espaço limitado do papel, invertendo a lógica da produção artística, para levar à história a realidade fabulosa dos quadrinhos.</p>
<p><a href="http://animexisde.com.br/memai/wp-content/uploads/2009/11/seto02_p1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-40" title="seto02_p" src="http://animexisde.com.br/memai/wp-content/uploads/2009/11/seto02_p1-257x300.jpg" alt="seto02_p" width="257" height="300" /></a></p>
<p><strong>Curitiba</strong></p>
<p>Fato é que, em Curitiba, a partir de 1977, passou a trabalhar na Grafipar, editora fundada por Faruk El Khatib. Lá deu seqüência a seu legado, com a produção de desenhos e argumentos para revistas como Eros, Proton, Neuros e Perícia, que traziam histórias de ficção científica, terror e crimes, com pitadas de erotismo e críticas sociais. Em 1980, o departamento de arte da editora passou a ser comandado por Seto, que, ainda que em posição de liderança, preferia manter a conversação, como sempre fez, dominada por monossílabos. Nomes como Mozart Couto, Watson Portela, Rodval Matias, Gustavo Machado, Franco de Rosa, Flávio Colin e Fernando Bonini assinavam as publicações da Grafipar, que, por uma série de dificuldades financeiras, acabou encerrando as atividades em 1983.</p>
<p>Sem editora para publicar suas historietas, passou a dar aulas de desenho na Gibiteca de Curitiba no início da década de 1990 – conforme lembram seus alunos, sem pronunciar uma única palavra. Com uma coleção infindável de gibis na garagem de sua casa, recebia prazerosamente os aprendizes que queriam obter fontes de inspiração.</p>
<p>Até que em 1993 foi convidado pela prefeitura de Curitiba, à época administrada pelo arquiteto Jaime Lerner, a registrar em quadrinhos a história da capital paranaense, que naquele ano completava seu terceiro século de fundação. Ao cabo da produção da “História de Curitiba em Quadrinhos”, em parceria com a historiadora Cassiana Lacerda Carollo, deixou de vez de se dedicar à arte sequencial.</p>
<p>Obviamente não abandonou o desenho, o qual praticou ainda por meio de tirinhas e charges nos jornais Correio de Notícias, O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná. Sempre ligado às raízes nipônicas, fazia questão de ilustrar todas as lendas japonesas que escrevia para o Jornal Nikkei – que depois veio a se chamar Planeta Zen – e para o livro que veio a publicar em 2008, na ocasião do centenário da imigração japonesa no Brasil.</p>
<p>No mês de julho do mesmo histórico ano, foi homenageado durante a cerimônia de entrega do 20º troféu HQ Mix, em São Paulo: a estatueta do prêmio, esculpida pelo artista Olintho Tahara, representava o personagem Samurai. A mesma figura, uma de suas mais célebres criações, rendeu o mais conhecido apelido de Seto – com consentimento ou não, o cidadão honorário da capital paranaense tomou para si, de uma vez, o título Samurai de Curitiba, assim mesmo, tal qual o de Vampiro ficou com o escritor Dalton Trevisan.</p>
<p><strong>Morte</strong></p>
<p>Morreu em conseqüência de um acidente vascular cerebral no dia 15 de novembro de 2008. Em meio ao mesmo silêncio com que fez parceria durante a carreira, despediu-se subitamente da vida, deixando esposa, três filhos e um dos mais importantes marcos para o universo brasileiro dos quadrinhos.</p>
<p>Os que acompanharam de longe dirão que Seto se decidiu pelo andar de cima quando viu cumprida sua missão – e se equivocarão. Seu trabalho, na verdade, não coube no perímetro da própria vida, de modo que, em túmulo, seguiu lançando obras. Vive atualmente neste e em centenas de milhares de textos, conversas e desenhos em que procura perpetuar seu legado, seja na área de quadrinhos, de pesquisa ou da difusão cultural. Vive como uma lenda, daquelas que ele mesmo contava.</p>
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