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	<title>Memai &#124; Jornal de Letras e Artes Japonesas &#187; Vertigem</title>
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	<description>Memai &#124; Jornal de Letras e Artes Japonesas</description>
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		<title>VERTIGEM 3 &#124; A ARTE DE TRANSFORMAR TEMPO FÚTIL EM TEMPO ÚTIL</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 18:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>

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		<description><![CDATA[Leu  Alice K. Esta é uma tradução livre para Tsurezuregusa, de Kenkô Yoshida,  um clássico da literatura japonesa cheio de reflexões, aforismos, escrito há mais de 600 anos. O autor é um sacerdote budista e poeta bem humorado, por sinal, que teria vivido em monastérios para desenvolver a sua vida espiritual e a meditação. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leu  Alice K.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Esta é uma tradução livre para Tsurezuregusa, de Kenkô Yoshida,  um clássico da literatura japonesa cheio de reflexões, aforismos, escrito há mais de 600 anos. O autor é um sacerdote budista e poeta bem humorado, por sinal, que teria vivido em monastérios para desenvolver a sua vida espiritual e a meditação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F07%2Fvertigem-3-a-arte-de-transformar-tempo-futil-em-tempo-util%2F&amp;title=VERTIGEM%203%20%7C%20A%20ARTE%20DE%20TRANSFORMAR%20TEMPO%20F%C3%9ATIL%20EM%20TEMPO%20%C3%9ATIL" id="wpa2a_2"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>VERTIGEM &#124; MUSASHI</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 18:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>

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		<description><![CDATA[Leu: Ricardo Herdy O livro de Eiji Yoshikawa  me agradou tanto que decidi saborear a leitura bem devagar para não terminar logo. O autor desfia a estória daquele que viria a se tornar o mais famoso samurai de todos os tempos, e o leitor mergulha no fascinante universo do Japão feudal, com seus guerreiros e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leu: </strong><strong> </strong>Ricardo Herdy</p>
<p>O livro de Eiji Yoshikawa <strong> </strong>me agradou tanto que decidi saborear a leitura bem devagar para não terminar logo. O autor desfia a estória daquele que viria a se tornar o mais famoso samurai de todos os tempos, e o leitor mergulha no fascinante universo do Japão feudal, com seus guerreiros e monges, katanas e templos budistas. Depois que venci a preguiça de ler as primeiras 900 páginas, fui ávido para a 2ª, de mais 900. Quando terminei, queria mais uma 3ª parte. Curiosidade: o livro começa com o protagonista no campo da famosa Batalha de Sekigahara, onde termina o livro Xogun, de James Clavell.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F07%2Fvertigem-musashi%2F&amp;title=VERTIGEM%20%7C%20MUSASHI" id="wpa2a_4"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O SOL SE PÕE EM SÃO PAULO</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 18:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>

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		<description><![CDATA[Leu:  Shigueyuki Yoshikumi. O título do livro não atrai a atenção de um nikkei. Mas, logo constatei que o mundo japonês está todo retratado ali em minúcias: costumes, período incerto da guerra, modalidades teatrais, problemas de dekasseguis. Todos os personagens são japoneses e o narrador é bisneto de imigrante brasileiro e não fala uma palavra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leu:  Shigueyuki Yoshikumi.</p>
<p>O título do livro não atrai a atenção de um nikkei. Mas, logo constatei que o mundo japonês está todo retratado ali em minúcias: costumes, período incerto da guerra, modalidades teatrais, problemas de dekasseguis. Todos os personagens são japoneses e o narrador é bisneto de imigrante brasileiro e não fala uma palavra de japonês. Mais que a narração de um triângulo amoroso, a obra surpreende pela intriga e final inesperado. A ação do romance inicia-se no bairro da Liberdade, em São  Paulo, e passa pelas colônias japonesas: Lins, Bastos, Promissão. Em Lins, o autor cita a estada do escritor Yukio Mishima na Fazenda Tarama. Lá, Mishima escreveu a peça A Toca de Cupins, inspirado na paisagem repleta de cupinzeiros. O autor também cita Junichiro Tanizaki. Muito bem pesquisado. Se traduzido para o japonês, tem tudo para ser bem-sucedido.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F07%2Fo-sol-se-poe-em-sao-paulo%2F&amp;title=O%20SOL%20SE%20P%C3%95E%20EM%20S%C3%83O%20PAULO" id="wpa2a_6"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>VERTIGEM &#124; Rakushisha</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2011/02/sugestao-de-livro-rakushisha/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 19:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>
		<category><![CDATA[Rakushisha Adriana Lisboa]]></category>

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		<description><![CDATA[Rakushisha de (Adriana Lisboa, Editora Rocco, 2007) ou  “já cochicho” ? A palavra japonesa que significa “Cabana de Caquis Caídos”, remete ao ouvido de criança do norte do Paraná. O título do romance refere-se ao local onde Matsuo Bashô escreveu o Diário de Saga. Ao ler o livro, revisitei a Colônia Esperança* de minha infância, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Rakushisha</strong> de (Adriana Lisboa, Editora Rocco, 2007) ou  “já cochicho” ? A palavra japonesa que significa “Cabana de Caquis Caídos”, remete ao ouvido de criança do norte do Paraná. O título do romance refere-se ao local onde Matsuo Bashô escreveu o <strong>Diário</strong><strong> de Saga</strong>. Ao ler o livro, revisitei a Colônia Esperança* de minha infância, percorrendo o Caminho do Filósofo com Celina em Kyoto, ou indo a Tóquio com Haruki.</p>
<p>Haruki (Murakami? escritor que gosta de correr como Adriana) é ilustrador e viaja ao Japão para pesquisar a vida de Basho . O livro começa falando do andar, e do andar, que, num ritmo mais acelerado, pode ser: correr&#8230;ou parar. O que teria acontecido à Celina para que viajasse ao Japão com Haruki, a quem acabara de conhecer?</p>
<p>Celina escreve um diário, intercalado com a tradução do diário de Basho, e com a voz de um narrador. A alusão que a autora faz às fugas de Bach faz supor o mesmo movimento em forma de romance. Como se a história de Celina fosse um livro à parte que lemos durante a viagem ao Japão.A prosa de Adriana é delicada, em voz baixa, um quase cochicho ouvido por acaso sob a chuva miúda que cai no Rio, em Kyoto e em Tóquio. <em>Irassahaimase  Rakushisha</em>!. (*Comunidade nipo-brasileira nos arredores de Arapongas, norte do Paraná.)</p></blockquote>
<p><em>Maria do Rocio Novaes é psicóloga, com trânsito em psicanálise e sociologia. Poeta e escritora, publica na página <a href="http://www.recantodasletras.com.br/rocionovaes">www.recantodasletras.com.br/rocionovaes</a>.</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F02%2Fsugestao-de-livro-rakushisha%2F&amp;title=VERTIGEM%20%7C%20Rakushisha" id="wpa2a_8"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>VERTIGEM &#124; Pequeno Tratado de Brinquedos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 19:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequeno Tratado de Brinquedos (Iluminuras, 1996, 74 páginas) de Wilson Bueno, é um livro de tankas, poesia breve oriental, ainda anterior ao haicai e composta por 31 sílabas divididas em cinco versos, de 5/7/5 e 7/7. Este extraordinário escritor paranaense, que recentemente partiu, nos deixou uma obra inventiva e preciosa, em especial, estes 58 tankas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Pequeno Tratado de Brinquedos </strong>(Iluminuras, 1996, 74 páginas) de Wilson Bueno, é um livro de tankas, poesia breve oriental, ainda anterior ao haicai e composta por 31 sílabas divididas em cinco versos, de 5/7/5 e 7/7. Este extraordinário escritor paranaense, que recentemente partiu, nos deixou uma obra inventiva e preciosa, em especial, estes 58 tankas ou  <em>sonhos, mas só de brinquedo, </em> como ele mesmo definiu em uma dedicatória na noite do lançamento. Na epígrafe do livro, nos revela o mesmo desejo compartilhado com Guimarães Rosa <em>um dia hei de escrever/um pequeno tratado de brinquedos/para meninos quietos</em>. Só com a leitura de um título tão instigante e bonito, o leitor já ficará inspirado para se deparar com: <em>o coração da montanha</em>, <em>a lua na vidraça, o aprendiz da flor de lótus</em> e tantas outras imagens clássicas, criadas e recriadas, com maestria, humor e atualidade. Para Wilson, com o seu total domínio da métrica e manejo criativo de tantas linguagens literárias, o efeito produzido pela palavra pode nos atingir irreversivelmente, como o último verso do poema  <em>o buscador</em>: <em>exato feito uma lança</em>. Uma obra indispensável para se conhecer e sempre revisitar.</p></blockquote>
<p><strong>Jane Sprenger Bodnar </strong>orienta oficinas literárias infantojuvenis e trabalha no Instituto de Educação do Paraná. Tem poemas publicados no site <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.escritorassuicidas.com.br/">www.escritorassuicidas.com.br</a> </span>e outras antologias.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F02%2Fsugestao-de-livro-pequeno-tratado-de-brinquedos%2F&amp;title=VERTIGEM%20%7C%20Pequeno%20Tratado%20de%20Brinquedos" id="wpa2a_10"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>VERTIGEM &#124; Peregrinação pelo Japão</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 20:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sendas do Oku ( Oku no Hosomichi) é a obra central do mestre haicaista Matsuo Bashô, em que ele descreve sua viagem pelo interior do Japão feudal. Bashô viveu na época em que conhecemos como Ukyiô, ou Era Edo , governada pelo xógum Toguwava. Era um período de paz, em que os samurais começaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Sendas do Oku ( Oku no Hosomichi) é a obra central do mestre haicaista Matsuo Bashô, em que ele descreve sua viagem pelo interior do Japão feudal. Bashô viveu na época em que conhecemos como Ukyiô, ou Era Edo , governada pelo xógum Toguwava. Era um período de paz, em que os samurais começaram a ascender socialmente. Bashõ revitalizou a arte poética japonesa quando esta arte se torna um jogo de salão. Ele deus os primeiros passos para estabelecer a forma do haicai como conhecemos hoje. </em></p></blockquote>
<p><strong>Jorge Yamawaki é presidente da Associação Cultural e Nipo-Brasileira de Curitiba.</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F01%2Fdica-de-leitura-peregrinacao-pelo-japao%2F&amp;title=VERTIGEM%20%7C%20Peregrina%C3%A7%C3%A3o%20pelo%20Jap%C3%A3o" id="wpa2a_12"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>VERTIGEM &#124; O Mundo em Névoa de Yasunari Kawabata</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2011/01/dica-de-leitura-o-mundo-da-nevoa-de-kawabata/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 19:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>

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		<description><![CDATA[Yasunari Kawabata, prêmio Nobel de literatura em 1968, tem diversos títulos publicados no Brasil. Sua principal tradutora é Meiko Shimon, responsável pelo delicioso Contos da Palma da Mão. A coletânea reúne 122 narrativas curtas e delicadas, que “cabem inteiras na palma da mão”, como dizia o autor. Sua prosa sensual e sensorial, por vezes impressionista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="font-size: small;"><em>Yasunari Kawabata, prêmio Nobel de literatura em 1968, tem diversos títulos pub</em><em>licados no Brasil. Sua principal tradutora é Meiko Shimon, responsável pelo delicioso </em><strong>Contos da Palma da Mão</strong><em>. A coletânea reúne 122 narrativas curtas e delicadas, que “cabem inteiras na palma da mão”, como dizia o autor. Sua prosa sensual e sensorial, por vezes impressionista, mexe com nossa noção de tempo. Ler Kawabata é desacelerar. Voltar muitas décadas e tocar um Japão de névoa e sonho. O desejo, jamais a razão, é o que comanda a ação de seus personagens impulsivos e passionais. O neosensorialismo de Kawabata promove, assim, o encontro do Oriente com o Ocidente: do sensualismo da arte japonesa com a filosofia de Schopenhauer.</em></span></p></blockquote>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Nelson de Oliveira é escritor e professor de literatura brasileira. Tem prêmios de literatura nacional e internacional, como o Casa de Las Américas (1995), e lançou 27 títulos, entre romances, novelas, contos, ensaios e coletâneas</strong></span></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F01%2Fdica-de-leitura-o-mundo-da-nevoa-de-kawabata%2F&amp;title=VERTIGEM%20%7C%20O%20Mundo%20em%20N%C3%A9voa%20de%20Yasunari%20Kawabata" id="wpa2a_14"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>KOTOBA &#124; Vertigem por Conhecimento</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 18:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilia Kubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer cada edição do JORNAL MEMAI tem proporcionado pequenas grandes alegrias. Sentimos motivação ao escrever, fotografar, ilustrar, diagramar, editar e criar a capa para nosso jornal. A motivação vem de uma só fonte: o kokorô – a palavra japonesa para designar o coração, ou o amor á vida. Nem pensamos na possibilidade de o projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">Fazer cada edição do JORNAL MEMAI tem proporcionado pequenas grandes alegrias. Sentimos motivação ao escrever, fotografar, ilustrar, diagramar, editar e criar a capa para nosso jornal. A motivação vem de uma só fonte: o kokorô – a palavra japonesa para designar o coração, ou o amor á vida.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nem pensamos na possibilidade de o projeto não dar retorno financeiro. Agimos com o método empírico com o qual é realizado os matsuri e outros eventos em muitas pequenas comunidade nipônicas do Brasil. O empirismo motivado pelo entusiasmo inicial cria as condições para a sustentação de nosso projeto.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os espiritualistas apregoam: Quem mais dá, mais recebe. A beleza de espírito, apregoada aos quatro ventos em manuais de auto-ajuda é inócua sem aplicação. Comprovamos na prática que para fazer um jornal não é preciso ter planos mirabolantes. Mas apenas o desejo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">É o desejo de conhecer e se comunicar com o mundo a motivação para artistas, cientistas, médicos, engenheiros, donas de casa e outros trabalhadores de espírito. Venham sentir a vertigem.</span></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.jornalmemai.com.br%2F2011%2F01%2Feditorial-edicao-03-a-vertigem-de-conhecer%2F&amp;title=KOTOBA%20%7C%20Vertigem%20por%20Conhecimento" id="wpa2a_16"><img src="http://www.jornalmemai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>VERTIGEM &#124; Yasunari Kawabata</title>
		<link>http://www.jornalmemai.com.br/2009/12/yasunari-kawabata/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>
		<category><![CDATA[cristóvão tezza]]></category>
		<category><![CDATA[yasunari kawabata]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a dica de leitura de Cristóvão Tezza, escritor, autor do romance O Filho Eterno, que arrebatou os maiores  maiores prêmios literários do país (Portugal Telecom, Prêmio São Paulo, Jabuti, Jornada Literária de Passo Fundo e outros). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um teatro delicado no gestual e nas falas do texto de Yasunari Kawabata. Não fossem alguns raros sinais de modernidade -o telefone, por exemplo-, leríamos uma obra sem idade sobre figuras arquetípicas. O que sentimos de contemporâneo é justamente a indefinição, a inconclusão das cenas, a neblina que suaviza o drama e transforma a todos em figuras de sonho, sob a sombra exigente de mil anos de história. Como se frisou no discurso de recepção do Prêmio Nobel que Kawabata recebeu em 1968, quatro anos antes de se suicidar, encontra-se nele uma clara tendência de &#8220;nutrir e preservar uma tradição de estilo genuinamente nacional&#8221;. <em>(Reprodução de artigo  publicado no jornal Folha de S.Paulo, em 13/08/2006)</em></p>
<p>Obras mais famosas de Kawabata: O País das Neves, A Casa das Belas Adormecidas, Mil Tsurus, Dançarina de Izu, Contos da Palma da Mão.</p>
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		<title>VERTIGEM &#124; Tânia Alexandre Martinelli</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>
		<category><![CDATA[Com o coração do outro lado do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Mozart Couto]]></category>
		<category><![CDATA[Tânia Alexandre Martinelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a dica de leitura de Tereza Yamashita, designer gráfica e escritora infanto-juvenil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Com o coração do outro lado do mundo</em></strong>, de Tânia Alexandre Martinelli, com ilustrações de Mozart Couto (Editora Saraiva, 2009, 128 páginas, 4ª edição), é um ótimo livro juvenil. Nele a autora conta a história da separação da adolescente Laís e de seus pais, que resolvem ir trabalhar no Japão. Baseado em um caso real, Tânia abordou o tema com muita sensibilidade e poesia. No romance, temos a difícil fase da vida: a adolescência, agravada pela ausência dos pais.</p>
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		<title>VERTIGEM &#124; Junichiro Tanizaki</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal Memai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vertigem]]></category>
		<category><![CDATA[junichiro tanizaki]]></category>
		<category><![CDATA[naomi]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a dica de leitura de Sara F. Costa, Escritora e Mestranda em Línguas e Culturas Orientais pela Universidade do Minho, Portugal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Naomi </em></strong>é uma obra com elementos típicos de <strong>Junichiro Tanizaki</strong>, nomeadamente na temática da obsessão, que tem um lugar de destaque qualitativo na generalidade da obra. Passa-se no início do século .20 , era do “desenvolvimento” e da “modernização” do Japão através da aceitação de modelos ocidentais. O livro é percorrido por um forte simbolismo nas relações entre o Ocidente e o Japão espelhadas na relação amorosa de Naomi e de Joji. É o fascínio pelo Ocidente que une o casal protagonista da história e é essa relação que faz deste livro uma obra peculiar e muito simbólica.</p>
<p><em><br />
</em></p>
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