por Carlito Azevedo Uma das personagens mais notáveis no cenário da poesia japonesa. Escreveu poemas na forma tradicional (tanka), assim como em versos livres (shi). Em 1890 Akiko entrou para a Sociedade da Nova Poesia e passou a contribuir para sua revista Myôjô, a convite de Yosano Tekkan (1873-1935), com quem casou-se em 1901, após [...]
NOTURNOS, Kazuo Ishiguro, Companhia das Letras. Tradução: Fernanda Abreu, Capa: warrakloureiro, 216 pp. Nos cinco contos do livro, Kazuo Ishiguro narra estórias em que os protagonistas são músicos ou amantes da música, em diversas partes da Europa.. Na primeira estória, por exemplo, um velho crooner americano, Tony Gardner, apresenta o lado amargo do mainstream , [...]
Quinquilharias Nakano, de Hiromi Kawakami, Estação Liberdade, Tradução do japonês de Jefferson José Teixeira, 284 páginas. Uma pacata loja de artigos usados é o cenário para o livro de contos Quinquilharias Nakano, e a mais nova empregada do local, a jovem Hitomi, a narradora da história. Cada conto tem uma pequena trama, que juntos formam o [...]
O Fuzil de Caça, de Yasushi Inoue, Tradução do japonês de Jefferson José Teixeira, 112 páginas. Estação Liberdade. O tema de O Fuzil de Caça é clichê no gênero romanesco : o triângulo amoroso. Mas através da tradição do romance epistolar, o autor consegue criar uma leitura de ritmo veloz, que, abre espaços na mente [...]
O Lago, de Yasunari Kawabata, Tradução do japonês de Meiko Shimon, Capa:Midori Hatanaka, 164 páginas, Estação Liberdade. O Lago conta a história do professor Ginpei Momoi, um obcecado por seguir mulheres bonitas nas ruas. Ele sofre de complexo por causa do formato de seus “pés de macaco”. A perseguição a mulheres jovens ou muito jovens, [...]
Kitchen apresenta a visão de um Japão moderno num relato que coloca personagens insólitos em dramas cotidianos, narrados com sobriedade e sutileza
Durante bom tempo traduções de literatura japonesa chegavam ao público brasileiro através de versões intermediárias. Em alguns casos tratava-se de tradução de quarto ou quinto grau. A partir dos anos 90, com o pioneirismo de Leiko Gotoda, que traduziu o épico Musashi, tudo começou a mudar: melhor para os leitores e para a arte.
janeiro 20, 2011