Seu primeiro flerte com o Japão veio com a música “Made in Japan”, sátira à mania tecnológica japonesa. A partir daí Fernanda Takai começou a estreitar o relacionamento com a terra dos avós paternos : fez shows lá, gravou uma versão de “O Barquinho”, em japonês e agora está lançando um trabalho em parceria com a vocalista da banda japonesa Pizzicato Five.
Enquanto no Japão as revistas Shoujo servem de vitrine de inúmeras propagandas para as adolescentes, no Brasil essas mesmas estórias fazem com que as meninas leiam mais quadrinhos.
Antes dos Power Rangers, os Super Sentai já faziam sucesso na tevê brasileira. Eram seriados em que os heróis usavam robôs gigantes como armas para salvar o planeta de terríveis ameaças. Caia de cabeça no maravilhoso mundo dos enlatados japoneses.
O haicai no Brasil teve duas escolas, uma vinda da Europa, introduzida por Afrânio Peixoto e outra, do Japão, trazida por Nenpuku Sato. A via francesa, seguida por Afrânio Peixoto, ganhou muitos adeptos e o mais famoso discípulo é Guilherme de Almeida. As duas escolas geraram vários outros estilos. Neste artigo, o poeta José Marins situa o haicai no Paraná e mapeia os estilos da forma poética japonesa que se tornou expressão nacional.
Distante do lugar-comum, Paulo Leminski uniu genialidade a influências de toda sorte e, vinte anos após sua morte, segue como um dos principais difusores do haicaísmo em terras brasileiras
Confira a dica de leitura de Cristóvão Tezza, escritor, autor do romance O Filho Eterno, que arrebatou os maiores maiores prêmios literários do país (Portugal Telecom, Prêmio São Paulo, Jabuti, Jornada Literária de Passo Fundo e outros).
Confira a dica de leitura de Tereza Yamashita, designer gráfica e escritora infanto-juvenil
dezembro 30, 2009